Passo a Passo de como Seguir o blog ;)


Bom! Muitas pessoas estão com dificuldade de seguir o blog e colocarei aqui passo a passo de como seguir.

1. No canto esquerdo inferior estará o seguinte “aviso”

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Vocês irão inserir o e-mail e apertar em seguir.

2. Fazer login no hotmail.com e aparecerá uma mensagem do nosso blog

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Vocês irão apertar no Confirme como observado na imagem acima.

3. Ao confirmar irá abrir uma página e vocês apertarão nas caixas onde as setas estão indicando a ordem.

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Ao apertar na segunda caixa você já vai estar seguindo o blog. Até que enfim, né? 

Bom, é isso! Espero que tenha ajudado e obrigada por quem seguir. Segundo ano “A” agradece 😉 😀

O Projeto Dominando a Ciência


Todos sabem que a etapa mais tensa do Projeto são as apresentações das disciplinas que cada equipe pegou. Mas, por outro lado, temos as fotos e as brincadeiras que alguns fazem para descontrair nesse momento. Aqui estão algumas das fotos do 2º ano “A” durante essa etapa. Cada foto mais linda que a outra (hahaha). 

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Três fases já se passaram: Redação, Debate e Apresentações, que venha agora o Festival de Música.

Seleção de Matérias / Disciplinas


Abaixo segue os nomes das duplas com cada matéria:

  • Língua Portuguesa/Redação :Lara Lima e Angélica Basilio
  • Língua Inglesa/Língua Espanhola :Jéssica Silva e Susana Glória
  • Literatura :Arthur Hugo e Laizy Lemos
  • Sociologia/ Filosofia :Victor Emmanuel e Thaisa Oliveira
  • História :Dandara Cavalcante e Millena Cristine
  • Artes :Beatriz Navarro e Gabriella Oliveira
  • Física :Adenilson Junior e Marcelo Augusto
  • Matemática :Nay Nascimento e Dudinha Santos
  • Geografia :Isabelle Nathalie e Camila Marinho
  • Química :Gabi Fradique e Brenda Stephanie
  • Biologia :Thamires Teles e Joyce Tenório
  • Educação Física :Pedro Henrique e Giovanny Marcos

Atenciosamente, os administradores do blog: Adenilson Junior,Camila Marinho e Isabelle Nathalie.

A Arte Indiana


A arte da Índia pode ser compreendida e julgada no contexto das pretensões e necessidades ideológicas, estéticas e rituais da civilização hindu. Tais pretensões se fixaram jáno século I a.C. e têm exibido notável tenacidade ao longo dos séculos.                                                                               

A visão hindu-jaino-budista do mundo depende da resolução do paradoxo central de toda a existência, segundo o qual a mudança e a perfeição, o tempo e a eternidade, a imanência e a transcendência, funcionam como partes de um único processo.                                                                     

O artista hindu utiliza de forma acertada alguns motivos, como a figura feminina, a árvore, a água, o leão e o elefante numa composição determinada. Ainda que o resultado seja às vezes inquietante no tocante aos conceitos, no que se refere à vitalidade sensual, ao sentido do terreno, à energia muscular e ao movimento rítmico permanecem inconfundíveis.                                                            

A arte indiana manifestada na arquitetura, na escultura, na pintura, na joalheria, na cerâmica, nos metais e nos tecidos estendeu-se por todo o Oriente com a difusão do budismo e do hinduísmo e exerceu uma grande influência sobre as artes da China, do Japão, da Birmânia, da Tailândia, do Camboja e de Java.                                                                                                                                                    

A primeira mostra de arquitetura indiana foi a construção de edifícios de tijolos, ao tempo que se levantavam estruturas de madeira. Embora estas últimas tenham desaparecido ao longo dos séculos, foram imitadas por construções de pedra que ainda estão de pé.                                                              O Taj Mahal, mausoléu da esposa de um imperador mongol do século XVII, foi construído por cerca de 20.000 trabalhadores de1631 a 1648 em Agra, cidade no norte da Índia. Este enorme edifício rematado com cúpulas foi construído em estilo indo-islâmico, onde se usou mármore branco e gemas incrustadas. No vale do Indo, entre os restos dos edifícios de tijolo queimado de Mohenjo-Daro, têm sido encontrados objetos do III milênio a.C., entre os quais há figuras de alabastro e mármore, estatuetas de terracota e louça fina representando deusas nuas e animais, um modelo de carreta em cobre e numerosos selos quadrados de louça e marfim com animais e pictografias. Em duas localidades se conservam restos de pinturas indianas anteriores ao ano 100 de nossa era. Os fantásticos murais das cavernas de Ajanta cobrem o período compreendido entre os anos 50 e 642. Destacam-se também as pinturas da cova de Jogimara, em Orissa, que pertencem a dois períodos: ao século I a.C. e à época medieval, as primeiras de desenho mais vigoroso e de melhor qualidade do que as segundas.                                                                                                                         

O sistema de castas ainda faz parte da cultura hindu, embora tenha sido modificado no seu formato original. No sistema antigo, as pessoas eram divididas de acordo com sua posição social. Os grupos (castas) eram: brâmanes (religiosos e nobres), xatrias (guerreiros), vaixias (agricultores e comerciantes), sudras (escravos) e párias (sem castas).

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O Conhecimento


Tópicos principais: o conhecimento e os primeiros filósofos. Heráclito, Parmênides e Demóclito. Sócrates e os sofistas. Platão e o mundo das ideias. Os graus de conhecimento de Aristóteles.
Os primeiros filósofos ocupavam-se com a origem da ordem do mundo, o kosmos, e a filosofia nascente era uma cosmologia, pouco a pouco, as preocupações se modificaram a cerca da origem do ser, nesse sentido a filosofia passa de cosmológica a antológica.

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Qual o legado da Copa do Mundo ?


Os alunos Giovanny Marcos e Pedro Henrique irão apresentar a infraestrutura que foi feita para a copa do mundo; iremos também apresentar o lado social que foi deixado de lado por causa da copa; o turismo é um ponto bem importante que iremos expor e mostrar o que ele trouxe e deixou para os brasileiros; durante o decorrer da copa vimos a venda errada de ingressos por parte da própria FIFA e os preços absurdos de ingressos para assistir os jogos; e a segurança do nosso país que precisa melhorar e para isso precisa de verba que não dão mas dão para a copa. Esses são os tópicos da apresentação de educação física.

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Simbolismo


A partir de 1881, na França, poetas, pintores, dramaturgos e escritores em geral, influenciados pelo misticismo advindo do grande intercâmbio com as artes, pensamento e religiões orientais – procuram refletir em suas produções a atmosfera presente nas viagens a que se dedicavam. Marcadamente individualista e místico, foi, com desdém, apelidado de “decadentismo” – clara alusão à decadência dos valores estéticos então vigentes e a uma certa afetação que neles deixava a sua marca. Em 1886 um manifesto trouxe a denominação que viria marcar definitivamente os adeptos desta corrente: simbolismo.

O simbolismo  é um movimento que aprofunda e radicaliza os ideais românticos, estendendo suas raízes à literatura , aos palcos teatrais, às artes plásticas. Ele nasceu na França, no final do século XIX, em contraposição ao realismo e ao naturalismo com intenso contato com a cultura, a mentalidade, as artes e a religiosidade orientais, os artistas desta época mergulham nestes valores distintos do pensamento ocidental, mais racional, e espelham em suas criações esta outra visão de mundo.

Sem o romantismo com sua oposição ao uso desmedido da Razão, o Simbolismo não existiria, pois ele se apropria dos princípios românticos e os aprofunda de tal forma que nem o romântico mais contagiado pelas raízes desta Escola o faria. Os simbolistas percorrem, assim, caminhos mais ousados e irracionais, recorrendo ao uso extremo dos símbolos e do misticismo, empreendendo rumo ao inconsciente uma jornada além dos limites extremos da razão, um mergulho nos recantos mais ocultos do inconsciente. Os simbolistas adotavam uma visão pessoal e individualista da realidade, sem se ater muito aos princípios estéticos então vigentes. Isto lhes valeu o pejorativo apelido de ‘decadentistas’. Em 1886, porém, a publicação de um importante manifesto – ‘O Século XX’, do teórico deste movimento, Jean Moréas – deu ao movimento seu nome definitivo – simbolismo. Na França, esta escola está intimamente ligada às conseqüências da Revolução Francesa, que marcaram sua natureza sócio – cultural, e às teorias elaboradas pelo Romantismo e pelo Liberalismo.

Para os adeptos do Simbolismo, não basta sentir as emoções, mas é necessário levar em conta também a sua dimensão cognitiva. Esta é a real postura poética, segundo seus seguidores. Este movimento se reveste igualmente de um marcante subjetivismo, ou seja, de um teor individualista, em detrimento da visão geral dos fatos. A musicalidade é um de seus atributos que mais se destaca; assim, os simbolistas usam ferramentas como a aliteração e a assonância. Além disso, o Simbolismo revela-se um movimento de caráter transcendental, sempre resvalando para a imaginação e a fantasia, privilegiando a intuição para interpretar os dados do real, desprezando a razão ou a lógica. Os sonhos são para os discípulos do Simbolismo ferramentas fundamentais para compreender as experiências ancestrais do homem, em épocas nas quais prevaleciam sensações caóticas e anárquicas, que hoje são relembradas pelo sujeito apenas em suas experiências oníricas ou nas sessões psicanalíticas. Esta escola é essencialmente literária, pois realiza no âmbito da Literatura uma completa renovação.

Em Portugal o simbolismo desembarcou no século XIX, com a publicação de “Oaristo”, de Eugênio de Castro, em 1890. No Brasil, em 1893, publicou-se “Missal” e “Broquéis”, de Cruz e Sousa. Já a poesia simbolista não repercutiu no Brasil como o fez na Europa. Na França, o Simbolismo ganhou forças com a obra “As Flores do Mal”, do poeta Charles Budelaire, em 1857.

Principais características[editar | editar código-fonte]

Subjetivismo

Os simbolistas terão maior interesse pelo particular e individual do que pela visão mais geral. A visão objetiva da realidade não desperta mais interesse, e, sim, está focalizada sob o ponto de vista de um único indivíduo. Dessa forma, é uma poesia que se opõe à poética parnasiana e se reaproxima da estética romântica, porém, mais do que voltar-se para o coração, os simbolistas procuram o mais profundo do “eu” e buscam o inconsciente, o sonho.

 

Musicalidade

A musicalidade é uma das características mais destacadas da estética simbolista, segundo o ensinamento de um dos mestres do simbolismo francês, Paul Verlaine, que em seu poema “Art Poétique”, afirma: “De la musique avant toute chose…” (” A música antes de mais nada…”) Para conseguir aproximação da poesia com a música, os simbolistas lançaram mão de alguns recursos, como por exemplo a aliteração, que consiste na repetição sistemática de um mesmo fonema consonantal, e a assonância, caracterizada pela repetição de fonemas vocálicos.

 

Transcendentalismo

Um dos princípios básicos dos simbolistas era sugerir através das palavras sem nomear objetivamente os elementos da realidade. Ênfase no imaginário e na fantasia. Para interpretar a realidade, os simbolistas se valem da intuição e não da razão ou da lógica. Preferem o vago, o indefinido ou impreciso. O fato de preferirem as palavras névoa, neblina, e palavras do genêro, transmite a idéia de uma Obsessão pelo bra

              nco (outra característica do simbolismo) como podemos observar no poema de Cruz e Sousa:

 

“Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas!… Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas… Incensos dos turíbulos das aras…” […]

 

Dado esse poema de Cruz e Sousa, percebe-se claramente uma obsessão pelo branco, sendo relatado com grande constância no simbolismo.

Os temas são místicos, espirituais, ocultos. Abusa-se da sinestesia, sensação produzida pela interpenetração de órgãos sensoriais: “cheiro doce” ou “grito vermelho”, das aliterações (repetição de letras ou sílabas numa mesma oração: “Na messe que estremece”) e das assonâncias, repetição fônica das vogais: repetição da vogal “e” no mesmo exemplo de aliteração, tornando os textos poéticos simbolistas profundamente musicais.

Autores e Obras do Simbolismo

  • Cruz e Souza: Brasileiro. Tropos e Fantasias; Missal e BroquéisEvocações (prosa); FaróisÚltimos Sonetos.
  • Eugênio de Castro: Português. OaristoHorasSilva e Interlúdio.
  • Alphonsus de Guimaraens: Brasileiro. Kyriale; Câmara Ardente; Centenário das Dores de Nossa Senhora; Dona Mística; Pauvre Lyre; Pastoral aos Crentes do Amor e da Morte, depois conhecido com o título Poesias; Mendigos(prosa).

Camilo Pessanha: Português. Clépsidra.

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